O Peixe contra dois colombianos

Para inspirar o Santos e os torcedores na partida contra o Cúcuta, dois vídeos que relembram como outros times colombianos nos fizeram felizes na Libertadores de 2003.

Na primeira fase, o Santos foi a Cali enfrentar o América local. O resultado: um 5 a 1 em que brilhou a estrela de Robinho. Ele driblou, deu chapéu, aplicou um elástico que quase deixou o defensor colombiano no chão… Quando substituído, o Rei do Drible foi aplaudido de pé pela torcida rival. O Alvinegro terminaria a primeira fase com 14 pontos, quatro vitórias e dois empates.

As escalações daquela partida, disputada em 5 de fevereiro:

AMÉRICA DE CALI
Julián Viáfara; Iván López, Luis Asprilla, Pablo Navarro e Rubén Bustos; Jorge Banguero, Fabián Vargas, James López (Leonardo Moreno) e David Ferreira; Julián Vásquez e Oscar Villareal (Romero). Técnico: Fernando Castro

SANTOS
Fábio Costa; Reginaldo Araújo, Alex (Preto), André Luís e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego (Fabiano); Robinho (Nenê) e Ricardo Oliveira. Técnico: Emerson Leão

Os gols santistas foram marcados por Léo aos 25, e Alex, aos 38 minutos do primeiro tempo. Ricardo Oliveira aos 11 e 43, e Diego, aos 14 da segunda etapa, completaram a festa peixeira. Banguero marcou o tento colombiano aos 36 do primeiro tempo.

Já este vídeo mostra a vitória santista sobre o Independiente de Medellin, na primeira partida da semifinal da mesma Libertadores de 2003. O Peixe venceu por 1 a 0, com gol do atacante Nenê após passe de Robinho, no dia 4 de junho. Na partida de volta, na Vila Belmiro, outra vitória peixeira por 3 a 2. O destaque do rival era o meia Molina, hoje nas fileiras alvinegras.

As formações:

INDEPENDIENTE
Gonzalles; Calle, Baloy e Perea; Vasquez, Restrepo, Jaramillo, Montoya (Alvarez) e Roberto Carlos Cortes; Molina e Moreno. Técnico: Victor Luna

SANTOS
Fábio Costa; Wellington (Nenê), Alex, Pereira e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego; Robinho e Fabiano. Técnico: Emerson Leão

O destaque

O artilheiro do time e da Libertadores daquele ano, ao lado do argentino Marcelo Delgado, foi o atacante Ricardo Oliveira, que marcou nove gols. Ele conseguiu a marca mesmo tendo ficado fora de três partidas por contusão.

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Arquivado em Século 21

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