Mario Sergio Cortella e o centenário do Santos

O filósofo Mario Sergio Cortella deu um depoimento interessante sobre o Santos, seu time de coração, para a rádio CBN (citada neste post aqui). Das considerações que ele faz sobre o Peixe, está a relação entre a filosofia e o clube. “Há uma certa identidade entre a atividade da filosofia e o Santos. A filosofia nos ajuda a introduzir um pouco da suspeita, isto é, de ir além de óbvio. E é um modo do Santos jogar, desde que pra ele torço, que ultrapassa o óbvio”, sustenta, lembrando do esquadrão peixeiro dos anos 60 e também dos times que contaram com Robinho e Diego e o de hoje, com Ganso e Neymar.

Outra alusão interessante feita por Cortella diz respeito à origem do sobrenome Santos, que foi adotado por muitos ex-escravos para que tivessem uma identidade perante o Estado brasileiro. “O Santos sempre teve um vínculo muito popular e, nesse sentido, não se pode perder essa condição”, acredita. “Isto é, é necessário sofisticar o jogo, é necessário sofisticar a capacidade de gestão da equipe, é necessário sofisticar a condição de praticar futebol, mas em nenhum momento o time deve se tornar arrogante. Nossa história nos ilumina, mas ela não é o suficiente.”

Ele fala também de seu jogo marcante, que foi uma partida disputada no Pacaembu em 1969, entre Santos e Portuguesa Santista. Vale conferir a íntegra abaixo:

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Arquivado em Ídolos, Década de 60, futebol, História, Santos, Século 21

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