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Santos 3 X 1 Ponte Preta – Peixe faz a lição de casa e seca rivais no domingo

Em partida que marcou a volta de Ricardo Oliveira, Alvinegro garante permanência no G4 e torce contra os três times que estão acima na tabela do Brasileiro. Mesmo com vitória, Dorival Júnior desabafou e cobrou a diretoria: “Está na hora de pensarmos grande”

O Santos conseguiu uma vitória importante na noite de sábado (16), na Vila Belmiro, contra a Ponte Preta. Os 3 a 1 com gols de Victor Ferraz, Vitor Bueno e Gabriel garantiram a permanência do clube no G4 até o fim da rodada (salvo uma improvável vitória do Atlético-PR contra o Vitória por onze gols de diferença). Os santistas torcem neste domingo contra os três times que estão acima dele na tabela, Palmeiras, Corinthians e Grêmio, para chegarem mais perto do topo.

De acordo com o Footstats, o Santos trocou no total um passe a mais do que na partida contra o Palmeiras, 395, mas com quase metade dos erros do jogo anterior: foram 32 contra 60. Finalizou mais vezes na noite de sábado (12 X 9) e fez muito mais desarmes (23 certos contra 6).

Isso se explica pela diferença de contexto entre os dois duelos. No jogo contra o Alviverde, o Palmeiras exerceu durante a maior parte do tempo uma marcação atrás da linha da bola, se postando no próprio campo de defesa. Estando atrás do placar desde os 21 do primeiro tempo, o técnico Eduardo Baptista, da Ponte Preta, resolveu ousar e, no intervalo, substituiu o volante Matheus Jesus por Felipe Menezes, subindo a marcação do seu time. Os visitantes chegaram a levar algum perigo ao gol de Vanderlei, exigindo ao menos duas defesas difíceis na etapa final – uma delas enquanto estava 1 a 0 -, após tê-lo exigido somente em uma ocasião no primeiro tempo. Finalizaram ainda com perigo outras duas vezes, quando o Peixe já havia aberto uma vantagem maior.

Gabriel beija escudo após gol

Gabriel beija o escudo do Santos depois de seu gol, o terceiro da equipe. Despedida? (Foto: Ivan Storti/ Santos FC)

Mas a ousadia de Baptista acabou custando para seu time, mostrando o perigo que é buscar pressionar o Santos em seu próprio campo. O contra-ataque funcionou e Ricardo Oliveira mostrou que faz a diferença em sua volta. Primeiro deu assistência a Vitor Bueno, depois de receber bela enfiada de bola de Gabriel. No lance do terceiro gol, dividiu com a zaga fazendo com que a bola sobrasse para Gabriel fazer. Com ele, definitivamente o Peixe é outro, muito mais perigoso.

A Ponte conseguiu seu tento de honra no final, com Rodrigão perdendo uma oportunidade antes do apito do árbitro. Uma vitória importante contra um adversário direto pela vaga no G4. A escalada peixeira continua.

O desabafo de Dorival Júnior: “vamos buscar títulos ou buscarmos uma equipe nova a todo o momento?”

Depois da partida, o técnico Dorival Júnior contrariou seu habitual estilo comedido e cobrou uma postura da diretoria do Santos em relação a possíveis saídas de atletas na janela de transferências. Como a comemoração de Gabriel no terceiro gol do time teve toda pinta de despedida e ao menos dois observadores de times de fora, Barcelona e Borussia Dortmund, estiveram na Vila Belmiro para observar Lucas Lima, o comandante peixeiro se mostrou preocupado com sua equipe, que ainda vai sofrer com os desfalques certos do trio olímpico nas próximas pelejas.

“Se quisermos buscar algo melhor na competição, será com atuações como essas que tivemos nos últimos jogos. A produção que o Santos tem com todos os jogadores à disposição é muito forte. Agora sairão três jogadores (para as Olimpíadas). Não há como suprirmos isso sem tempo para prepararmos essas saídas. Os jogadores que temos podem até suprir essas ausências, mas a tendência é de encontrarmos dificuldades nas próximas partidas para mantermos o nível de atuação que estamos tendo”, disse Dorival.

Sobre Gabriel, ele ainda cobrou uma postura da diretoria. “É difícil falar que esse é o momento dele sair. Mas torço para que isso não aconteça nesse momento e espero que a diretoria pense nisso. Está na hora de pararmos de ter que montar a equipe durante a competição. Temos que pontuar o nosso torcedor para mostrar o que queremos: vamos buscar títulos ou buscarmos uma equipe nova a todo o momento? Está na hora de pensarmos grande. É preciso que o clube se posicione.” Ele está mais do que certo, o que o Santos quer nesse Brasileiro, afinal?

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Palmeiras X Santos – as prováveis escalações e o que esperar do jogo

Alvinegro quer impor primeiro revés do Alviverde em sua casa no Brasileirão. Copete pode ser novidade entre os titulares

 

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Cinco vitórias memoráveis do Santos sobre o Palmeiras no “clássico da saudade”

 

Palmeiras e Santos fazem mistério em relação às escalações para a partida desta terça-feira (12), às 20h30, no Allianz Parque. O clube paulistano não contará com os suspensos Thiago Santos, Róger Guedes e Gabriel Jesus, havendo dúvidas ainda sobre a condição física de Tchê Tchê e Moisés. O técnico Cuca fez um treino secreto para esconder a provável escalação.

Dorival Júnior também realizou um treino secreto, no qual houve um episódio, no mínimo, pitoresco. Supostos espiões que filmavam o treino tático do time com canetas filmadoras. A principal mudança em termos de nomes pode ser a entrada do colombiano Jonathan Copete no lugar de Vitor Bueno.

Jonathan Copete no Santos

Jonathan Copete pode ser a novidade do Peixe (Ivan Storti/ Santos FC)

O Santos volta a ter entre os seus relacionados o zagueiro David Braz, que volta de contusão e recondicionamento físico, assim como o atacante Paulinho, que teve duas viroses.
Confira abaixo os relacionados do Peixe para o jogo e as possíveis escalações para hoje:

Veja a lista com os 23 relacionados para o clássico

Goleiros
Vanderlei e Vladimir

Laterais
Victor Ferraz, Zeca e Caju

Zagueiros
Luiz Felipe, Gustavo Henrique e David Braz

Meio-campistas
Renato, Elano, Thiago Maia, Yuri, Jean Mota, Vecchio, Valencia, Léo Cittadini, Vitor Bueno e Lucas Lima

Atacantes
Gabriel, Rodrigão, Joel, Copete e Paulinho

Palmeiras – Fernando Prass; Jean, Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Matheus Sales, Arouca e Cleiton Xavier (Moisés); Erik, Dudu e Barrios. Técnico: Cuca

Santos – Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia, Vitor Bueno (Copete) e Lucas Lima; Gabigol e Rodrigão. Técnico: Dorival Júnior.

Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Auxiliares: Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

 

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Grêmio 3 X 2 Santos – após buscar empate, Peixe é derrotado no final

Alvinegro empatou a peleja depois de estar perdendo por 2 a 0, mas gremistas fizeram o terceiro aos 43 do segundo tempo. Mesmo assim, atuação fora de casa deixa o torcedor santista com boas perspectivas

O Santos experimentou o mesmo veneno provado pelo São Paulo no domingo. Tomou um gol logo no início do jogo, aos 2 minutos, em função da marcação gremista na intermediária alvinegra. Como a execução dos donos da casa foi bem feita e os atacantes santistas estavam à frente do meio de campo, dificultando a transição, esse expediente fez o Peixe penar, também no início da etapa final. Um erro já demonstrado em outras ocasiões e que Dorival Júnior precisa corrigir.

A equipe até conseguiu se restabelecer após o gol, mas não produziu ofensivamente, tirando uma chance de Rodrigão dentro da área. Novamente Vitor Bueno, sacado no intervalo para a entrada e estreia de Jonathan Copete, atuou mal, não emplacando nem lances individuais nem imprimindo a troca de passes. E foi na individualidade, que faltou ao Alvinegro, que o time gaúcho chegou ao segundo gol, com Everton chutando e mais uma vez Vanderlei espalmando para dentro da área. Como no primeiro gol, de Giuliano, Douglas pegou a sobra sem marcação e não perdoou. O goleiro santista tem crédito e não é o culpado exclusivo pelos lances, mas que falhou, falhou.

No segundo tempo, como era de se esperar, os gaúchos recuaram para tentar os contra-ataques e o Santos passou a ser mais agressivo. No entanto, seguiu falhando em especial no chamado último passe, perto da conclusão do lance, ou mesmo na finalização. Foram diversas bolas que carimbaram a bem postada defesa tricolor.

O tento peixeiro chegou aos 19, após cobrança de escanteio com passe pelo alto de Gustavo Henrique e conclusão de Copete. Um tipo de jogada pouco explorada pelo Alvinegro e que poderia até ser mais usada no decorrer do jogo. Yuri ainda entrou no lugar de Gustavo para melhorar a transição e utilizar melhor o elemento surpresa. Já aos 34, saiu Renato para Jean Mota entrar.

Mas o tento de empate do Peixe veio em uma grande finalização do lateral-esquerdo Zeca, após bom lance de Jonathan Copete que, como Rodrigão, fez uma estreia que deixou o torcedor animado.  O chute de fora da área não deu chance a Marcelo Grohe, e aos 38 o Alvinegro foi pro gol.

Os gaúchos voltaram a ficar na frente do placar aos 43. Marcelo Hermes roubou bola de Lucas Lima e foi à frente para finalizar sem chances para Vanderlei. Isso em um período da partida em que os torcedores já jogavam contra o próprio time.

Já se sabia que seria um jogo difícil, não só pela qualidade do Grêmio, um dos melhores times da competição, como também pela necessidade dos donos da casa vencerem. Mesmo assim, o Peixe jogou bem, mostrou poder de recuperação, mas sofreu outro gol em final de partida, outro erro recorrente que precisa ser trabalhado. O tipo de derrota que não deve desesperar a torcida alvinegra, já que o Peixe mostrou qualidades. O campeonato promete.

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Santos supera São Paulo, entra no G4 e está a uma vitória do líder

Alvinegro conquistou um triunfo categórico sobre o rival em sua 500ª partida no Pacaembu

Uma vitória histórica. O clássico entre Santos e São Paulo disputado na tarde deste domingo (26), no Pacaembu, foi a 500ª peleja disputada pelo Peixe no estádio. O retrospecto é amplamente favorável: 219 vitórias, 130 empates e 151 derrotas.

Recentemente, o estádio também tem sido uma bela casa para o time. O triunfo de 3 a 0 sobre o São Paulo foi o 13º consecutivo no Pacaembu, mostrando que a equipe pode e precisa atuar mais junto ao torcedor paulistano, até por uma questão de ampliar seu público e trabalhar o marketing do clube.

Afora os dados históricos, o Alvinegro é quem foi o soberano da tarde. A tarefa de assegurar mais três pontos foi facilitada pela falha de Denis, que não segurou a finalização de Thiago Maia e soltou a bola para Vitor Bueno somente mandar para o gol. Isso a menos de um minuto da redonda rolando.

À frente no placar, a tarefa santista foi facilitada, desmontando também a pretensão do São Paulo de Bauza, que em geral busca a recuperação de bola no meio de campo para armar o contra-ataque. O Peixe quase não deu chances a esse tipo de lance e restou aos são-paulinos tentarem explorar um dos pontos falhos do time de Dorival Júnior: a bola aérea, especialmente em cobranças de escanteio.

Foi basicamente pelo alto, que o Tricolor levou perigo. Mas, quando conseguiu chegar, Vanderlei estava lá. Por baixo, mais uma vez o Peixe mostrou segurança e marcação no meio de campo dificultou a criação do rival. Não à toa o Santos terminou a 11ª rodada como a melhor defesa do Brasileirão 2016.

Mais uma vez impressionou a qualidade da troca de passes do Peixe. E a quantidade também. De acordo com o Footstats, foram 477 certos trocados, com 51 errados, contra 251 dos oponentes, e 29 imprecisos. No total, 59,5% de posse de bola alvinegra contra 40,6% tricolor.

O fato é que a equipe de Dorival hoje sabe controlar o tempo de bola. às vezes pode até irritar o torcedor porque, em algumas ocasiões, tem a possibilidade de ser aguda e opta pela troca de bola. Mas é algo que também irrita e desestabiliza o adversário, ainda mais quando o Santos está em vantagem no placar. A procura constante pela melhor forma de finalizar é uma forma de valorizar o jogo.

Rodrigão faz segundo gol do santos contra o São Paulo

Lugano falha; Rodrigão, não. Segundo gol do Santos contra o São Paulo no Pacaembu

Lucas Lima foi muito participativo, mas poderia justamente ter dado mais velocidade em alguns lances. Sua atuação foi coroada com um lindo gol de falta, mas quem viu o jogo no estádio sentiu que a condição física do meia não é a ideal. Já Rodrigão fez o seu segundo pela equipe em sua segunda peleja, ganhando disputa com Lugano, expulso no fim do jogo por reclamação, na área e mostrando oportunismo. Tem toda pinta de que vai ser muito útil no Brasileiro.

Com cinco vitórias nos últimos seis jogos, o Alvinegro está agora no G4, a uma vitória do Palmeiras, que lidera o campeonato. Ainda é prematuro dizer que o time vai brigar pelo título, já que se trata de uma competição longa e a janela de transferências sempre preocupa, mas o elenco está fortalecido e os titulares mostram um grande entrosamento. Todos parecem ter entendido o estilo que Dorival quer imprimir ao time e tem dado certo. Bons presságios.

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Fluminense 2 X 4 Santos – Peixe vence a segunda fora de casa e cola no G4

Com grande atuação ofensiva, Alvinegro supera rival com belas atuações do estreante Rodrigão, Gabriel, Cittadini e Vanderlei

O Peixe conseguiu na noite desta quarta-feira (22) sua segunda vitória fora de casa, mostrando que o triunfo sobre o Santa Cruz não foi por acaso. Desta vez, de virada, saindo de uma situação adversa na qual os donos da casa eram superiores. Um grande jogo entre Santos e Fluminense, melhor ainda por terminar com uma vitória alvinegra.

Na primeira etapa, o jogo estava equilibrado até a dupla de zaga cometer uma falha… dupla. Gustavo Henrique cabeceou a bola pra cima e Luiz Felipe perdeu a disputa – ou sequer disputou – por cima com Magno Alves. A bola sobrou para Marcos Júnior, impedido, anotar.

Já havia dito neste post que a jogada aérea era uma das principais armas do Fluminense. E foi por cima também que os donos da casa chegaram de novo, exigindo de Vanderlei duas grandes defesas na sequência, aos 28, lembrando Rodolfo Rodríguez.

O Peixe não conseguia fazer seu tradicional jogo de troca de passes e errava bastante na criação no meio de campo. Até que Leo Cittadini deu um belo passe para Rodrigão, o estreante da noite, e que, àquela altura, era bastante participativo.

Dez minutos depois, aos 48 e no mesmo lado esquerdo da defesa do Fluminense, Vitor Bueno serviu Gabriel que, quase no mesmo lugar de Rodrigão, também chutou com a canhota, “matando” Diego Cavalieri. Duas jogadas de infiltração, dessas que o Alvinegro treina e tem conseguido executar muito bem.

Logo no início da etapa final, aos 5, Gabriel fez o terceiro em um contra-ataque rápido do Alvinegro armado por Léo Cittadini. O meia passou para Rodrigão, que disputou e perdeu a redonda para Wellington Silva. A bola sobrou para o dez peixeiro que não perdoou.

O Fluminense esboçou uma reação com a entrada de Maranhão, que substituiu o volante Pierre. Aberto pela direita, ele criou algumas chances para os donos da casa, que fizeram o segundo gol aos 20, mais uma vez com Marcos Júnior e participação de Magno Alves. Tudo fruto de um bola bobamente perdida por Victor Ferraz na intermediária.

A entrada de Lucas Lima no lugar de Cittadini mudou a dinâmica de jogo do Alvinegro, que passou a valorizar mais a posse de bola, mas sem abrir mão das jogadas agudas de contra-ataque. Assim, aos 27, o quarto gol veio em cobrança de falta de Lima. Rodrigão cabeceou e Luiz Felipe complementou também de cabeça.

O Santos ainda teve o valoroso Yuri no lugar de Vitor Bueno, que desta vez desperdiçou diversos lances que poderiam ter redundado em oportunidades de gol. O time teve cabeça para ficar com a bola, quando necessário, chegando a passar mais de dois minutos seguidos trocando passes, e buscar o gol em ataques velozes. Três pontos preciosos fora de casa, algo que faltou no ano passado.

Rodrigão é destaque

Com um gol, no momento mais agudo da partida, uma participação importante no terceiro e uma assistência no segundo, o estreante Rodrigão, substituído com câimbras no segundo tempo, foi destaque, mas não só ele. Enquanto esteve com fôlego, Cittadini também foi crucial para a equipe e Vanderlei, além de duas defesas seguidas sensacionais, soube acalmar o jogo e passou a segurança que o miolo de zaga não consegue passar.

E, claro, menção honrosa a Gabriel, autor de dois gols e que poderia até ter feito o triplete ou hat trick. Mas está de bom tamanho.

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Atlético-PR X Santos – relembre 5 vitórias alvinegras contra o rival deste sábado

No histórico de confrontos, Peixe leva vantagem sobre o rubro-negro, mas na Arena da Baixada a parada é dura

Atlético-PR e Santos fazem neste sábado (18) um duelo válido pela 9ª rodada do Brasileiro 2016 que pode significar a consolidação alvinegra no G4 ou a aproximação dos donos da casa para essa disputa.

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Atlético-PR x Santos – histórico de confrontos, jogaços e o que esperar

No histórico de confrontos entre os dois, o Peixe leva vantagem. No total, são 50 pelejas, com 22 vitórias santistas, 14 empates e 14 triunfos, com 81 gols alvinegros e 59 rubro-negros. Em campeonatos brasileiros, 39 partidas, com 19 vitórias do Peixe, 11 empates e 9 derrotas.

Contudo, quando o palco é a Arena da Baixada, a coisa fica mais difícil. Em 15 jogos disputados ali, são 2 triunfos santistas, 5 empates e 8 derrotas. Neste Brasileiro, as três vitórias dos atleticanos foram em casa, além de um empate contra o Atlético-MG. A parada não será fácil, mas se o Peixe quiser lutar pelo G4 e, por que não, pelo título, tem que voltar com pontos do Paraná.

Para manter os bons fluidos, relembre cinco vitórias santistas contra o rival de hoje.

1 – Santos 3 X 0 Atlético-PR – Brasileiro de 1991

O time de Cabralzinho entrou aquela dia na Vila Belmiro, pra variar, diante de um público reduzido, 2.044 pessoas viram o triunfo peixeiro que contou com dois gols do artilheiro da competição daquele ano, Paulinho McLaren. O ponta Almir completou o placar. Naquele dia, o Peixe entrou em campo com Sérgio, Índio, Pedro Paulo, Luiz Carlos (Camilo) e Marcelo Veiga, César Sampaio, Zé Renato (Axel), Edu Marangon e Sérgio Manoel, Almir e Paulinho McLaren.

2 – Atlético-PR 0 X 2 Santos – Brasileiro de 2003

Diego e Robinho ainda faziam parte da equipe que lutava pelo bicampeonato brasileiro e que tinha como grande concorrente o Cruzeiro, time que terminou como campeão. O triunfo foi um dos dois que o Peixe conseguiu contra o rival em seus domínios. Nenê, hoje no Vasco, e Renato marcaram para o Alvinegro.

3 – Santos 4 X 0 Atlético-PR – Brasileiro de 2008

O ano de 2008 esteve longe de ser grande para o Peixe, que penou com um elenco fraco e a instabilidade no comando da equipe. No campeonato brasileiro, o Santos terminou em 15º, sem vaga sequer na Sul-americana e a um ponto da zona do rebaixamento. Mas naquele dia 4 de outubro o Alvinegro honrou o manto, com gols de Cuevas, Molina, Kleber Pereira e Fabiano Eller. Para se ter uma ideia da qualidade da esquadra alvinegra, entraram em campo Douglas, Wendel, Domingos, Fabiano Eller e Kleber; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Bida (Adriano) e Molina (Pará); Cuevas (Reginaldo) e Kleber Pereira. O técnico era Márcio Fernandes.

4 – Santos 4 X 1 Atlético – PR – Brasileiro de 2011

Uma espetacular apresentação de Neymar no Pacaembu, que tive o prazer de ver in loco. O garoto fez todos os gols do time naquele dia e só não fez o quinto porque o árbitro Francisco Carlos Nascimento anulou um legítimo do craque. O Onze alvinegro entrou para uma galeria não tão pequena de jogadores que marcaram, em um só jogo, ao menos quatro gols com o manto. Confira abaixo:

5 – Santos 5 X 1 Atlético-PR – Brasileiro de 2015

Na última rodada do Brasileiro de 2015, último duelo entre os dois, o Santos, mesmo com uma equipe tida como mista, não perdoou. Ainda sentindo o fato de não ter mais chances no G4 e a perda do título da Copa do Brasil, o Alvinegro contou com Gabriel fazendo dois, Geuvânio anotando outros dois e Vitor Bueno marcando seu primeiro gol com a camisa santista. A equipe terminou o campeonato do ano passado na sétima posição.

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Santa Cruz 0 X 2 Santos – finalmente uma vitória fora de casa

Peixe não vencia fora de casa desde 30 de agosto do ano passado, quando superou o Cruzeiro no Mineirão. Time fica na 5ª posição, a três pontos do G4

Na noite deste domingo o Alvinegro Praiano derrubou mais um tabu, este bastante incômodo e que há tempos irrita o torcedor, entra campeonato, sai campeonato. A vitória por 2 a 0 sobre o Santa Cruz, no Arruda, tira um pouco o peso de só vencer em seus domínios e dá esperança de que o time possa ir mais longe no Brasileirão.

Não somente pela vitória em si – a última fora de casa pelo Brasileiro havia sido em 30 de agosto do ano passado, quando superou o Cruzeiro no Mineirão -, é importante destacar a personalidade da equipe e as variações táticas de Dorival na partida.

O Peixe dominou a maior parte do jogo, em especial na primeira etapa. Com seu já tradicional 4-2-3-1, o time alugou o meio de campo e pressionou o Santa Cruz a maior parte do tempo, mantendo a posse de bola e rondando a área rival. O problema foram as peças do setor ofensivo. Vitor Bueno esteve menos efetivo que de hábito, enquanto Joel e Paulinho quase nada produziram. O destaque foi Léo Cittadini, com intensa movimentação e participando bem da marcação: foi o jogador alvinegro com mais desarmes certos, três no jogo.

Mas se o camaronês Joel pouco fez, apareceu no momento certo para tabelar com Zeca, que acertou uma linda finalização de fora da área. O gol, marcado próximo ao fim do primeiro tempo, fazia jus à superioridade santista. O Santa não conseguiu fazer uma finalização certa sequer ao gol de Vanderlei.

Na volta para a segunda etapa, como era de se esperar, os pernambucanos vieram com alterações no meio de campo e “subindo” a marcação, buscando pressionar o Santos. Aí entrou uma variação do jogo que às vezes pode nos desagradar, torcedores, mas que é necessária. Nenhum time do mundo consegue atuar com a dita marcação alta, no campo do adversário, o tempo todo. É algo muito desgastante fisicamente e foi um dos motivos pelos quais o Santos, no final da temporada passada, ter poupado jogadores para a Copa do Brasil.

Assim, o Peixe voltou postado mais atrás, com os dois atacantes pelos lados, Paulinho e Vitor Bueno, acompanhando mais as descidas dos laterais e se postando para atacar no espaço deixado em suas costas. Foi assim que surgiu o segundo gol peixeiro, com Bueno avançando quase livre pelo lado esquerdo do ataque, e o rebote ficando para Joel fazer.

Nessa variação tática, Léo Cittadini fica mais próximo de Joel, podendo receber a primeira bola na recuperação e organizar o contra-ataque ou servir de opção nas cercanias da área. Como os dois ponteiros santistas têm mais a característica de conduzir a bola e o meia não ter na velocidade sua principal virtude, o jovem acabou sumindo na etapa final, mas é importante destacar sua disposição em sacrificar seu jogo pelo coletivo, coisa que nem todo jogador brasileiro costuma ter.

A vitória fora de casa dá moral e as variações apresentadas mostram que Dorival, goste ou não o torcedor, é alguém que trabalha para tornar a equipe menos previsível e adapta o time ao material que tem em mãos, já que sofre com os desfalques de três de seus principais jogadores, Ricardo Oliveira, Gabriel e Lucas Lima. Também foi interessante ver em alguns momentos do jogo Victor Ferraz fazendo a transição para o ataque pela meia, abrindo o lado direito para Thiago Maia.

O Santos trabalha. E parece estar no caminho certo.

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Santos 2 X 1 Coritiba – Renato, de terno e na raça, salva o Peixe

Meia, mesmo com câimbras e praticamente sem condições de jogo, virou a partida para o Alvinegro Praiano. Mesmo com a má atuação, os três pontos são fundamentais para o time da Vila

Mais uma vez o Santos atuou no domingo pela manhã. E, como aconteceu em 2015, teve um desempenho pra lá de discreto, desta vez contra o Coritiba, na Vila Belmiro. Mesmo assim, saiu com a vitória arrancada quase a fórceps.

A primeira etapa santista foi daquelas de dar vergonha. O time parecia administrar os efeitos do calor do horário e mantinha por maior tempo a posse de bola, porém, sem efetividade. Abria o jogo pelas laterais, bem marcadas pelo Coxa, e não conseguia jogar em profundidade. Mesmo quando os volantes avançavam, opção quase obrigatório quando o adversário se posta atrás com duas linhas bem montadas de quatro jogadores na defesa, o jogo não fluía.

Isso sem contar na insistência em escalar Lucas Lima, justificável em parte pelo valor do craque, mas que, dadas as condições físicas do atleta, não poderia ter acontecido. O time jogou praticamente com um a menos na etapa inicial, algo corrigido com a entrada de Paulinho após o intervalo.

Sem criatividade ofensiva e com uma marcação deficiente pelos lados do campo, o Peixe foi presa fácil para os contra-ataques do Coritiba. em especial no lado esquerdo da defesa, já que Zeca fez uma partida muito abaixo da média, talvez a sua pior pelo Alvinegro, e o meio de campo não realizou a cobertura por ali. Foi daquele setor que saiu a jogada de gol dos visitantes, e os donos da casa poderiam ter sofrido mais um ou dois caso o adversário tivesse mais qualidade.

renato santos

Renato: a técnica de sempre, com uma raça fora do comum

 

Na segunda etapa, o Santos veio com um ímpeto maior, procurando as jogadas de aproximação e também buscando mais profundidade. Ao mesmo tempo, o Coxa recuou mais, dando espaço e não conseguindo emplacar contra-ataques, se acomodando no anti-jogo. Assim, tomou um gol de falta de Vitor Bueno, em falha do arqueiro Wilson aos 17 minutos. A partir daí, pressão peixeira, mas sem organização tática.

Ficaram evidentes as poucas opções de Dorival no banco. Não há reservas, hoje, que ameacem os titulares. Joel só jogou porque Ricardo Oliveira não tem condições, mas a diferença entre ambos é enorme. Ele acabou saindo para a entrada de Ronaldo Mendes, que buscou quase o tempo todo o mesmo tipo de lance: costurar na frente da área para tentar o chute. Precisava fazer mais que isso. Matheus Nolasco entrou no lugar de Vitor Bueno e, apesar de poder mostrar pouco, pode vir a ser uma opção de velocidade melhor que Neto Berola era como “jogador de segundo tempo”.

Mas o destaque da partida usava terno. E não hesitou em sujar o traje de gala. Renato, o capitão que foi homenageado antes da partida recebendo uma placa pelos 300 jogos com o manto alvinegro (apesar de ser sua 307ª peleja), passou a sentir câimbras quando o Santos já não podia mais fazer substituições. Participou do jeito que seu físico permitia na marcação até que foi deslocado para a função de centroavante, já que não podia mais se movimentar. E deu certo

Foi em um lance lindo do até então participativo, mas pouco efetivo Victor Ferraz, que Renato marcou de cabeça, a 30 segundos do apito final. Se a torcida esperava muito mais do Santos, não se pode dizer que o resultado foi injusto. O time teve mais posse de bola, teve dez finalizações, metade delas certas, contra quatro do rival, e foi quem procurou o resultado. E ganhar, mesmo quando se joga mal ou abaixo das expectativas, é algo crucial para se almejar algo no Brasileiro, é só olhar os últimos campeonatos.

E já são 30 jogos de invencibilidade na Vila Belmiro.

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Novorizontino 3 X 3 Santos – sem motivo pra desespero

O empate conquistado pelo Peixe fora de casa na noite deste sábado virou motivo de preocupação para muito torcedor. A defesa teve um desempenho horrível e o ataque desperdiçou chances preciosas, principalmente no primeiro tempo, que poderiam ter dado uma vantagem mais confortável ao Peixe. Mas começo de temporada sempre é assim e a diferença de condicionamento físico entre equipes que fizeram uma extensa pré-temporada e os grandes que jogaram até meados de dezembro pesa bastante nesse período. Não há por que desesperar.

O que chamou a atenção ontem foi a variação tática feita por Dorival Júnior. Na primeira etapa, um 4-3-3 no qual os atacantes que jogavam pelos lados do campo – Patito Rodríguez, no lugar de Paulinho, resfriado, e Gabriel – várias vezes conseguiam ficar no mano a mano com os laterais adversários. Isso porque o Novorizontino, do técnico Guilherme (aquele que viu Fábio Costa defender sua cabeçada no segundo jogo da final entre Corinthians e Santos, em 2002) tentava encurtar o campo marcando o Santos mais à frente, o que dava espaço para a armação de contra-ataques do Peixe. Além disso, com Lucas Lima marcado, o Alvinegro jogava pelo meio com as subidas de Thiago Maia e Renato, que várias vezes concentraram as atenções dos marcadores do time do interior. Os laterais do Peixe pouco avançaram e a defesa ficou resguardada das investidas dos donos da casa.

Nesse contexto, na etapa inicial só deu Peixe e o 1 a 0 marcado no final do primeiro tempo por Gabriel ficou pequeno diante da superioridade dos visitantes. Já na etapa final o Novorizontino buscou com mais força o ataque, utilizando principalmente os lados do campo. Chegou ao empate logo, aos 7 minutos, com Pereira, em bola que sobrou na área santista mostrando uma incrível lentidão da defesa (que, lembrem-se, não é só a zaga). Nem o golaço de Lucas Lima cinco minutos depois, com direito a um passeio em meio a quatro marcadores rivais, tirou o ímpeto da equipe do interior, que ainda não venceu em sua volta à primeira divisão.

golaco de Lucas Lima

Lucas Lima marcou um golaço contra o Novorizontino (Ricardo Saibun – Santos FC)

Logo depois de estar novamente à frente do placar, Dorival colocou Vitor Bueno no lugar de Patito, colocando o Santos em um 4-4-2. A lógica era reforçar o meio de campo para buscar o contra-ataque contra um time que ia precisar sair mais ainda para o campo ofensivo. No entanto, Guilherme também mexeu, colocando Fagner no lugar do marcador Deda e Wesley no lugar de Lima. O time passou a jogar com três atacantes, forçando ainda mais as jogadas pelas pontas, com os visitantes preocupando menos com seus avanços do lado esquerdo, já que Vitor Bueno passou a fazer mais a meia do que fazia Patito. Isso liberou o lateral Paulinho, por exemplo, para ir à frente, preocupando a defesa santista.

Jogando melhor, o Novorizontinho chegou ao empate aos 22 e à virada aos 26. Sem muitas opções, Dorival colocou Neto Berola no lugar de Gabriel e Serginho substituindo Thiago Maia. E foi aos 39, em cobrança de falta de Ferraz, que o time escapou da primeira derrota do ano. O tento coroou o esforço da equipe, ainda que o resultado e as oscilações tenham deixado o torcedor com a pulga atrás da orelha. Mas antes de entrar da onda do “Fora Dorival” ou o “manda todo mundo embora”, é preciso considerar alguns fatores.

Primeiro, e talvez o principal a essa altura, seja o já citado condicionamento físico. É normal nas seis primeiras rodadas, pelo menos, os grandes oscilarem por ainda estarem adquirindo a melhor forma, penando contra equipes piores tecnicamente. É o que acontece todos os anos e com quase todos. Foi assim, por exemplo, com aquele outro Santos de Dorival, de 2010, que só engatou após completado o terço inicial da primeira fase.

Ontem, o técnico acabou vacilando ao mudar o esquema de jogo e atrair o Novorizontino, perdendo os lados do campo e expondo a defesa, quando a intenção era justamente protegê-la. Mas, no que diz respeito às sempre criticadas alterações do treinador, é preciso lembrar que, além da falta de opções (alô, diretoria), alguns jogadores parecem estar ainda mais abaixo da sua condição física ideal. Gabriel, por exemplo, sumiu no segundo tempo, e, mesmo sendo obviamente muito melhor que Berola, é compreensível que tenha saído até para que não “estoure” em um jogo menos importante.

É preciso mais paciência. Se o time estivesse estagnado, seria uma coisa, mas tem apresentado variações de jogo interessantes mesmo tendo perdido jogadores que fazem falta no elenco, como Marquinhos Gabriel e Geuvânio, além do contundido David Braz. Dá pra confiar na evolução desse time.

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Santos bate Ponte fora de casa e vence a 1ª no campeonato paulista de 2016

Santos vence Ponte Preta

Ricardo Oliveira comemora o primeiro gol do jogo (Reprodução)

O Santos conseguiu na noite desta quarta-feira algo que pouco aconteceu em 2015: uma vitória fora de casa em peleja válida pela segunda rodada do Paulista de 2016. Há sete anos o Peixe não vencia a Ponte no Moisés Lucarelli e, além do tabu, a vitória convincente por 2 a 0 mostrou que o fantasma de jogar fora de casa pode ser uma página virada na campanha santista em 2016.

Na primeira etapa, o Santos mostrou uma postura bem diferente daquela apresentada em boa parte do Campeonato Brasileiro de 2015 quando atuou fora de casa. Foi uma equipe que marcou o adversário em seu próprio campo, dificultando a saída de bola e saindo com velocidade no contra-ataque. Até aí, algo que o time fazia bastante na Vila Belmiro, mas raramente emplacava longe da praia. Além disso, houve também diferenças pontuais em relação ao que Dorival Júnior treinava no Brasileirão.

Uma diferença notável é que o Peixe jogou ainda mais pelos lados do campo do que fazia meses atrás. Isso porque na saída de trás algumas vezes os zagueiros abriam para os lados para acelerar a transição e também foram mais constantes as trocas de posição entre laterais, volantes e os atacantes pelos lados. Isso ocorreu em períodos curtos da partida, mas a impressão é que o time tem treinado essas variações, que podem ser importantes para o decorrer da temporada.

Mais uma vez, principalmente no tempo inicial, mas também no segundo, o destaque foi Lucas Lima. Ele achou Gabriel no lado esquerdo no lance que originou o primeiro gol do jogo, de Ricardo Oliveira, e sofreu o pênalti que originou o gol de Gabriel, o segundo do Alvinegro na partida e dele no campeonato.  Na etapa final, só foi parado na base da falta, o que acabou carregando a Ponte Preta de cartões amarelos e facilitando a partida para os visitantes, que tinham a vantagem numérica.

Em relação aos desempenhos individuais, Paulinho ainda busca se enquadrar taticamente no esquema de Dorival. É cedo para julgar, mas esforço não falta ao ex-flamenguista. Patito Rodriguez entrou em seu lugar na etapa final e mostrou que pode ser útil como alternativa. Vitor Bueno e Alison também entraram em campo, e mostraram a personalidade usual, ainda que nada de especial, até pelo pouco tempo de jogo.

É importante notar que, mesmo atuando contra um time bastante modificado em relação a 2015 eainda sendo moldadonas mãos de Vinicius Eutropio, o Santos bateu uma equipe da Série A do Campeonato Brasileiro. Com sobras. Mesmo sofrendo algum assédio no segundo tempo, o que é natural pela vantagem e também por ser início de temporada, em nenhum momento deixou de levar perigo ao gol rival. Com a sequência de jogos e o entrosamento nas jogadas pelos lados do campo, repetindo-se as triangulações que já se ensaiaram no embate, o Alvinegro pode fazer uma campanha mais que interessante no Paulista.

 

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